Retratos de uma geração entre dois milênios.
A literatura brasileira ganha um novo fôlego com a estreia de Bruna Vilaça na prosa e poesia. O livro “Nunca fui adulta”, lançado pela editora Laboriosa Produções Poéticas, mergulha nas complexidades do amadurecer sob a ótica de quem transita entre o analógico e o digital. Aqui no Drama de Honra, destacamos como essa produção reforça o olhar feminino sobre as crises e as belezas da vida contemporânea.
Dramaturga e roteirista de formação, Bruna utiliza sua bagagem narrativa para construir 29 poemas que dialogam diretamente com as angústias dos Millennials e da Geração Z. A obra não busca respostas definitivas, mas sim acolher a confusão de quem precisa performar maturidade em um mundo em constante redefinição. É um convite para olhar o espelho com humor ácido e uma honestidade desarmante.
O protagonismo feminino é o pilar central desta publicação, desde a escrita até a gestão do projeto. A Laboriosa Produções Poéticas, liderada por Júlia Vita e Paula Lemos, reafirma a importância de curadorias que priorizam parcerias sustentáveis e o espaço para autoras independentes. O livro é um exemplo de como a articulação entre mulheres fortalece o mercado editorial nacional.
Viabilizado pela Lei Paulo Gustavo, o projeto conta com uma ficha técnica majoritariamente feminina, incluindo o prefácio de Catarina Costa e as ilustrações de Alice Leão. Embora conte com a colaboração técnica de profissionais como Flávio Vita e Rodrigo Cabral, a essência da obra permanece fiel à sensibilidade e à estética de suas idealizadoras, elevando o padrão da produção independente.

Ao completar 30 anos, Bruna Vilaça expande seu campo artístico para além dos palcos e das telas. Conhecida por trabalhos como a trilogia “Peças de amor para amores que não ganham peça”, a autora agora utiliza as páginas para eternizar a nostalgia da infância e o impacto das responsabilidades adultas. É uma escrita que transborda autenticidade e consciência geracional.
“Nunca fui adulta” já está disponível para venda oficial no site da editora e promete ser um marco para leitores que buscam se identificar com as trajetórias femininas na cultura. O Drama de Honra segue acompanhando de perto movimentos como este, que colocam a mulher como narradora principal de sua própria história e das transformações sociais de nosso tempo.
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