Dramaturga exalta a resistência feminina na arte.Obra também ganha uma versão em audiolivro, com narração de Nicole Cordery, Sandra Corveloni, Anderson Negreiro, Gustavo Trestini e Luciano Mendes de Jesus, além da própria autora
Referência na dramaturgia contemporânea, Marina Corazza reafirma seu papel como uma das vozes mais potentes do teatro atual ao lançar Três Trípticas Trêmulas. Publicada pela Editora Clóe, a obra mergulha em universos que fundem o cotidiano ao onírico, destacando a complexidade da experiência feminina sob uma perspectiva sensível e profundamente analítica.
O lançamento oficial está marcado para o dia 28 de março, às 17h, na Livraria Megafauna, situada no icônico Edifício Copan. O evento não apenas celebra a literatura dramática, mas promove a acessibilidade com leituras de cenas e interpretação em LIBRAS, reforçando o compromisso da autora com a democratização e o alcance da cultura em São Paulo.
Nas peças Das Enfermidades, Dos Fluidos e Do Éter, Corazza explora figuras femininas que enfrentam a invasão do insólito em suas rotinas. A narrativa utiliza elementos do surrealismo para denunciar as violências silenciosas do patriarcado, ao mesmo tempo em que aponta para a arte como um território sagrado de liberdade e construção de novas rotas subjetivas.
Expandindo as fronteiras do papel, o projeto ganha uma versão em audiolivro com direção de Spencer Toth. O elenco de vozes conta com nomes de peso, como as premiadas Nicole Cordery e Sandra Corveloni, garantindo que a força dos textos de Marina alcance novos públicos através da sonoridade e da interpretação dramática de alta qualidade técnica.
Com formação sólida pela USP, Marina Corazza consolidou sua carreira através de um diálogo constante com a vida de escritoras históricas. Projetos como Alice, retrato de mulher que cozinha ao fundo e Fóssil demonstram sua habilidade ímpar em transformar a pesquisa histórica e social em dramaturgia de impacto, sempre colocando o protagonismo feminino no centro do palco.
A chegada de Três Trípticas Trêmulas ao mercado editorial é um marco para o teatro brasileiro em 2026. A obra convida o leitor a espiar pelas frestas de situações privadas, revelando que, mesmo diante das adversidades, a escrita liderada por mulheres permanece como um ato de resistência e um sopro de esperança e renovação estética.
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