Comandada por Vanessa Macedo, a 9ª edição do festival reúne espetáculos, oficinas e debates sobre corpo, arte e vida, com foco em gênero e raça.
Drama Loves, preparem-se para uma experiência artística que é puro poder feminino! 💖✨ A Mostra Mulheres em Cena chega à sua 9ª edição com uma programação de tirar o fôlego, celebrando o talento e a força de artistas da dança e da performance. Idealizada por Vanessa Macedo e organizada pela Cia. Fragmento da Dança, a mostra acontece de 17 a 20 de setembro no Centro de Referência da Dança (CRD) em São Paulo, e o melhor de tudo: é totalmente gratuita!
O evento vai muito além dos palcos. Seu propósito é criar um espaço de diálogo e intercâmbio, onde artistas de diferentes regiões do país podem construir redes e parcerias. “Desde que o projeto nasceu, o nosso desejo é construir um espaço imersivo onde todas as artistas acompanham e assistem umas às outras, facilitando a criação de redes e parcerias”, revela a idealizadora. É um lugar onde a poética e a política se unem, com os debates focando em questões cruciais do nosso tempo, como gênero, raça e território.
Destaques da programação: corpos que narram, denunciam e libertam
As obras selecionadas para esta edição são verdadeiros manifestos. A própria Cia. Fragmento de Dança abre a programação com o espetáculo ATO, um manifesto escrito por gestos, que convoca o movimento em uníssono para fortalecer a imagem do grupo.
Em seguida, os solos se revezam no palco com narrativas potentes:
- A curitibana Ludmila Aguiar apresenta Céu da Boca, uma dança que é um manifesto contra as armadilhas do patriarcado, aspirando por futuros livres.
- A paulistana Patrícia Pina encena ARAPUCA, um solo que é um grito artístico contra o racismo, sexismo e machismo que violentam a dignidade de grupos marginalizados.
- Já Saolla Sousa mostra seu Canto da Sereia, uma obra que explora a figura mítica desse ser aquático, trazendo à tona a sedução e a força predatória do corpo feminino.
- A mineira Rosa Antunã celebra a ancestralidade em A Dança da Mulher-Árvore, revisitando as memórias de sua família e o machismo estrutural de uma forma tocante.
- Por fim, a curitibana Gladis das Santas compara a resiliência das mulheres com a de bactérias que sobrevivem a condições adversas em A 100 graus celsius. A potiguar Ana Cláudia Viana encerra a programação com a obra Ossos, uma investigação sobre o corpo como um território de memória, dor e potência.
Com espetáculos que celebram a resistência e a liberdade, a mostra é uma parada obrigatória para quem ama arte com propósito.
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