A mostra ‘Acervo em transformação’ traz doações que refletem o olhar curatorial da 60ª Bienal, dando luz a vozes femininas, indígenas, afrodescendentes e LGBTQIA+.
Drama Loves que acreditam no poder transformador da arte e na importância da representatividade, preparem-se! 💖✨ O MASP — Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand — está com uma exposição imperdível que celebra a diversidade em sua plenitude. “Acervo em transformação: Doações recentes” reúne 28 obras que foram incorporadas à coleção do museu, muitas delas vindas diretamente da última Bienal de Veneza. É a dose de cultura e inspiração que a gente ama!
Um acervo mais plural e representativo
A mostra, que pode ser visitada de 22 de agosto a 26 de outubro, reflete a curadoria histórica da 60ª Bienal de Veneza, que foi a primeira concebida por um latino-americano, Adriano Pedrosa, diretor artístico do MASP. A exposição valoriza artistas do Sul Global, indígenas, afrodescendentes e da comunidade LGBTQIA+, mostrando como a arte pode e deve ser um espelho da nossa diversidade.
Um dos destaques mais inspiradores é a forte presença de mulheres talentosas entre as obras. Aqui estão algumas das artistas que você poderá conhecer na exposição:
- Aydeé Rodríguez López: Pintora afro-mexicana, ela usa a arte para dar visibilidade às histórias e vozes de comunidades negras no México, abordando temas como a escravidão e a migração.
- Evelyn Taocheng Wang: Nascida na China, Evelyn explora uma mistura de tradições, recriando pinturas históricas e usando métodos tradicionais para tratar de questões contemporâneas com um toque de humor.
- Iva Jankovic: Artista sérvia, Iva explora a relação entre arte e moda, criando peças únicas e paisagens sonoras que refletem o peso emocional do deslocamento e da identidade cultural.
- Liz Collins: Artista têxtil americana, Liz é reconhecida por suas obras que se aprofundam nas possibilidades da malharia e de tecidos, explorando a textura, cor e forma.
- Paula Nicho: Artista maia-guatemalteca, suas pinturas são profundamente enraizadas na tradição e cultura de seu povo. Ela se inspira em seus sonhos e se concentra em expressar a experiência de mulheres nativas.
- Rosa Elena Curruchich: Considerada a primeira pintora de sua cidade natal, Guatemala, ela se destacou por seus quadros em miniatura que documentam o papel das mulheres indígenas e suas ações políticas.
- Violeta Quispe: Nascida no Peru, ela preserva a herança artística de sua família ao mesmo tempo que inova na tradição visual de Sarhua com uma perspectiva feminista, desafiando os papéis de gênero.
A exposição é um lembrete poderoso do compromisso do MASP em ser um museu plural e inclusivo, e uma oportunidade única para as Drama Loves se conectarem com a arte de mulheres que estão transformando o cenário cultural global.
Agendamento on-line obrigatório pelo link masp.org.br/ingressos
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