Podcast reúne grandes nomes da cena nacional; Drama de Honra destaca as mulheres.
Olá, Dramátics! Preparem os fones de ouvido, porque o Podcast Perdigoto acaba de entregar tudo o que a gente sempre quis: um arquivo vivo que não deixa o apagamento histórico vencer, especialmente quando o assunto é a construção do teatro brasileiro de ponta a ponta. Idealizado por Aury Porto e Leonardo Ventura, o projeto é acervo vivo para a arte do palco. O Drama de Honra traz o destaque femino neste projeto incrível : a força de mestras, diretoras e pesquisadoras que estão reescrevendo a nossa memória cênica.
Confira os episódios em que o protagonismo feminino é a voz principal:
- Episódio 1 | “As vozes insurgentes na história do teatro brasileiro”: Com a participação de Valéria Andrade, que discute como figuras populares foram silenciadas pela história oficial.
- Encontro de atuadores e academia: Tânia Farias (da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz/RS) debate a liberdade dos cursos livres e a pedagogia da resistência.
- Pedagogia e direção: A diretora Maria Thaís divide o microfone em um encontro histórico que pensa a formação do artista como um ato de cidadania.
- O Palco e a universidade: Cibele Forjaz (SP) e Gisele Vasconcelos (MA) analisam como a pesquisa acadêmica pode tanto alimentar quanto engessar a criação artística.
- Mestras da tradição e espaços: A mestre Iracema Oliveira (PA) apresenta a beleza do Teatro de Pássaros, enquanto Olinda Charone detalha a efervescência do “teatro de porão” em Belém.
- Políticas e financiamento: Lela Do Cerrado (DF) entra no debate crítico sobre a descentralização de recursos e o fomento às artes fora do eixo tradicional.
- Preservação e memória: No encerramento da sequência, Dane de Jade relata sua trajetória aguerrida investindo na preservação de bens artísticos no sertão cearense.
O poder nos bastidores e no norte
Não podemos falar de Perdigoto sem exaltar a curadoria de Wlad Lima. Sua presença garante que o “Fator Amazônico” e o teatro feito no Pará, como o de Iracema Oliveira (Mestra do Teatro de Pássaros) e Olinda Charone (Teatro de Porão), não sejam apenas notas de rodapé, mas o centro do debate.
E, claro, a produção executiva de Nana Yazbek e o registro de Dane de Jade mostram que a preservação do nosso patrimônio artístico tem rosto e determinação feminina.
O Perdigoto prova que a saliva do teatro — esse tal “perdigoto” que voa na fala e na escuta — é carregada de história feminina. É escuta obrigatória para quem quer entender o Brasil para além das luzes da ribalta.
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