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Crítica | STELLA: Uma mulher que virou o próprio algoz

Kilian Riedhof filma a tragédia real de uma mulher que, para não morrer, tornou-se o pior pesadelo de seu próprio povo.

O cinema que nos confronta com o impossível é, muitas vezes, o mais necessário. Em STELLA: VÍTIMA E CULPADA, o diretor Kilian Riedhof nos joga no coração sombrio de Berlim, em 1943, para contar a história verídica de Stella Goldschlag (Paula Beer).

Stella é uma jovem judia alemã que cresce em Berlim durante o regime nazista. Apesar da repressão no país, ela sonha em ser cantora de jazz. A vida da garota se transforma em uma tragédia quando, em fevereiro de 1943, ela é forçada a se esconder com os pais. Porém, após ser capturada e torturada pela Gestapo, Stella aceita uma condição para evitar que ela e a família sejam mandados para o campo de concentração de Auschwitz: trair e deletar outros judeus.

Stella era uma jovem judia de beleza ariana e sonhos de estrelato que, capturada pela Gestapo, viu-se diante da “gangorra” mais cruel da história: trair seus semelhantes para salvar a si mesma e a seus pais da deportação.Ela é a personificação da moralidade em colapso. O filme nos seduz pelo carisma inicial da protagonista, apenas para nos chocar com sua transformação em uma “caçadora” de judeus escondidos. É o retrato de um sistema perverso que obriga a vítima a se tornar carrasco para manter um sopro de vida.

As imagens da Berlim de guerra são cruas e elegantes,É uma obra sobre o poder do medo — o poder que o regime nazista exercia ao corromper a alma daqueles que perseguia.

A química entre ela e o ambiente opressivo da Gestapo funciona como um gatilho para o desconforto constante. Não há heroísmo no suor de Stella; há o desespero.

É uma obra que incomoda profundamente porque nos obriga a perguntar: “O que eu faria no lugar dela?”. Um cinema denso, corajoso e historicamente devastador.

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Jornalista, dramaturga e Especialista em Políticas Públicas. Sussuca Alencar consolidou sua carreira em grandes potências da comunicação brasileira, com passagens pelo SBT, G1, rádio Centro América FM e atuação no grupo Globo. Com uma visão estratégica que defende a cultura como um negócio rentável e essencial para a economia criativa, ela fundou o Drama de Honra, plataforma que une curadoria artística e viabilidade comercial com foco na cultura feminina.

Sua expertise transita entre a gestão de projetos culturais e a cobertura de grandes eventos, como a SPFW, onde colaborou com marcas líderes de moda e beleza. Atualmente produtora de TV, podcaster e gerente de projetos, Sussuca utiliza sua bagagem como ex-atriz e dramaturga para criar narrativas que conectam marcas a audiências qualificadas. Como heavy user de redes sociais, ela domina a comunicação multiplataforma, transformando o entretenimento em uma ferramenta poderosa de investimento e impacto social.

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