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Crítica | O BOM PROFESSOR: A honra em chamas no tribunal da conveniência

O diretor Teddy Lussi-Modeste transforma a sala de aula em um campo de batalha onde a verdade é a primeira vítima.

Baseado na vivência pessoal do diretor Teddy Lussi-Modeste, O BOM PROFESSOR (Pas de Vagues) é um daqueles filmes que incomodam porque expõem a fragilidade da reputação humana. Julien (François Civil) é o retrato do professor idealista, cuja “honra” e carreira são postas em xeque quando uma acusação de assédio, vinda de uma aluna (Leslie), ganha proporções incontroláveis. O filme não é apenas sobre a denúncia, mas sobre o isolamento asfixiante que se segue.

De um lado, temos um professor que tenta manter sua dignidade; do outro, uma escola que, sob o pretexto de “não fazer ondas”, escolhe a omissão. Julien se vê preso em um jogo onde a verdade parece importar menos do que a manutenção da paz escolar. É o que chamamos de linchamento moral que ocorre quando o sistema prefere o silêncio covarde à investigação justa.

A performance de François Civil é sensacional. Ele foge de qualquer caricatura, entregando a “primoriosidade” . A tensão evolui de forma asfixiante: Julien perde o controle da sala de aula e, consequentemente, da própria vida. O filme mostra que, em certas estruturas, a verdade é um detalhe irrelevante diante da necessidade de manter as aparências.

Saí do cinema em uma dúvida cruel: o filme de Lussi-Modeste é mostrar que a honra moderna é um sonho frágil, facilmente destruído por uma narrativa distorcida ? Um filme denso, atual e que incomoda pela sua honestidade brutal.

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Jornalista, dramaturga e Especialista em Políticas Públicas. Sussuca Alencar consolidou sua carreira em grandes potências da comunicação brasileira, com passagens pelo SBT, G1, rádio Centro América FM e atuação no grupo Globo. Com uma visão estratégica que defende a cultura como um negócio rentável e essencial para a economia criativa, ela fundou o Drama de Honra, plataforma que une curadoria artística e viabilidade comercial com foco na cultura feminina.

Sua expertise transita entre a gestão de projetos culturais e a cobertura de grandes eventos, como a SPFW, onde colaborou com marcas líderes de moda e beleza. Atualmente produtora de TV, podcaster e gerente de projetos, Sussuca utiliza sua bagagem como ex-atriz e dramaturga para criar narrativas que conectam marcas a audiências qualificadas. Como heavy user de redes sociais, ela domina a comunicação multiplataforma, transformando o entretenimento em uma ferramenta poderosa de investimento e impacto social.

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