Dirigida por Georgette Fadel e Livia Camargo, a montagem reinventa a obra de 1879 na Casaurora, com acesso grátis e debates sobre patriarcado e racismo.
Drama Loves que amam um clássico, mas com um toque de ousadia e muita reflexão, preparem-se! 🎭✨ O icônico “Uma Casa de Boneca”, de Henrik Ibsen, está em cartaz em São Paulo com uma nova leitura que é pura imersão e provocação. Sob a direção de Georgette Fadel e Livia Camargo, a montagem propõe uma experiência única na Casaurora, com entrada gratuita e uma temporada que vai até 27 de julho! Que notícia incrível para os nossos corações dramáticos! 💖
Esqueça o teatro tradicional! “Uma Casa de Boneca” convida você a ocupar os cômodos de uma casa real no Sumaré, transformando o espectador em quase um voyeur da intimidade da família Helmer. Essa proximidade com os personagens e a narrativa cria uma experiência intensamente provocadora, amplificando as tensões e os silêncios da trama. Como a diretora Georgette Fadel explica, “se você está posicionado de um jeito, entende uma coisa; de outro, entende diferente” – uma verdadeira imersão na complexidade da vida! 🏠👀
A nova adaptação, assinada por Livia Camargo, vai muito além da crítica original ao patriarcado do século XIX. Ela incorpora de forma brilhante questões contemporâneas e urgentes como o racismo estrutural, a invisibilização de corpos fora dos padrões normativos e os limites da liberdade feminina em diferentes contextos sociais. A Nora Helmer (Livia Camargo) agora é uma mulher branca que se contrasta com outros corpos em cena: Cristina (Paula Aviles), mulher racializada; Krogstad (Edinho Duavy), homem negro; e Torvald Helmer (Gustavo Vaz), que encarna não apenas o privilégio de gênero, mas também o racial. Essa leitura nos faz ver que os temas de Ibsen, como estruturas que se protegem e se perpetuam, continuam assustadoramente atuais. ✊🏾❤️
Para Livia Camargo, co-diretora e adaptadora, o gesto final de Nora ao “bater a porta” precisa ser ampliado hoje. Não é só sobre a mulher burguesa, mas sobre a mulher periférica, racializada, com filhos, que percebe que só ela pode mudar a própria vida. Essa consciência é, de fato, revolucionária!
Além das sessões principais (sextas às 20h, sábados 20h30 e domingos às 19h), haverá duas sessões especiais vespertinas nos sábados 19 e 26 de julho, às 17h. O projeto também oferece uma programação extra imperdível: ensaios abertos com bate-papo e leituras públicas de textos clássicos com convidados e rodas de conversa. É a chance de aprofundar ainda mais nessa obra e nos debates que ela levanta!
Para os Drama Loves que buscam um teatro que instiga, provoca e faz pensar, em um formato inovador e com acesso gratuito, “Uma Casa de Boneca” é a pedida certa! Não percam essa oportunidade de mergulhar nessa adaptação poderosa.
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